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A Inovação (cada vez mais) Aberta

A história da “inovação aberta” tem vindo a desenrolar-se nos últimos vinte anos, à medida que as organizações aprendem a reorientar os seus modelos de inovação. Num mundo repleto de conhecimento, até mesmo a maior organização tem de reconhecer que precisa de se diferenciar, necessita de gerar valor. Assim, o jogo mudou para onde o conhecimento flui e a dinâmica do conhecimento domina o nosso pensamento.

 

Estamos hoje todos bem cientes daquilo que é o mundo da inovação – transformando ideias em valor ao virar da esquina, em locais (um café por exemplo! – Porque é que o Peter’s café Sport é um dos locais mais referenciados em livros de criatividade e inovação??) onde podemos encontrar empresários a partilharem ideias, criando novos modelos de negócio, lançando novos projetos – um centro de conversas barulhentas, um cheiro de café no ar, fumo a entrar nos olhos. Lotado, barulhento, acima de tudo interativo. Não é uma biblioteca silenciosa, onde estudiosos solitários se debruçam sobre os seus livros e fazem importação de conexões importavam, colisões inesperadas, relacionamentos em desenvolvimento – o que nós reconhecemos hoje como um modelo de rede.

 

É imperativo saber coisas antes de poder entender novas coisas – e isso significa que é necessário construir a sua própria capacidade de criar e usar conhecimento. É necessário que as organizações desenvolvam a sua capacidade de encontrar e usar novos conhecimentos, identifiquem onde podem proporcionar interações e colisões, que despoletem ideias, ou seja, o seu processo criativo e surja daí, o CONHECIMENTO.

 

O crescimento económico sustentável é provocado, de forma mais significativa, por ideias, conhecimento e capital humano do que pelo capital físico, como máquinas, edifícios ou terra. Os bens materiais já não fazem sentido sem os imateriais devidamente associados e correlacionados, num ambiente propício à inovação, onde se juntem os seres pensantes e desenvolvam um conjunto de atividades, em processos já definidos, que dão origem ao tão valioso valor acrescentado.

 

A inovação, como ferramenta estratégica para o desenvolvimento, crescimento e criação de riqueza, através da identificação e exploração de novas oportunidades, é condição “sine qua non” para se continuar ativo e competir neste contexto turbulento, mas repleto de oportunidades. importa incutir e promover uma cultura de consciência no ADN das organizações sobre o papel da inovação, por via de um trabalho conjunto, que suporte a identificação e captura de novas oportunidades de negócio que renovam e sustentam novos ciclos de crescimento.

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