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A Inovação Circular

Numa conversa, a Inovação olha para o Mercado e diz:

– Não me estou a conseguir sentir bem. A interface clientes parece que não gosta de mim! Falta-me valor acrescentado.

– Não me pareces algo diferenciador.

– Sou Inovação para quem aqui me colocou, mas não saio da “prateleira”, não sou assim uma verdadeira inovação….Preciso de conhecimento para gerar valor, preciso da Investigação e desenvolvimento tecnológico.

– Não me pareces algo diferenciador !!!!

– Quem me colocou no mercado tem competências para desenvolver atividades de investigação e desenvolvimento tecnológico, ou temos de recorrer às interfaces do sistema I&I??

A Inovação diz para consigo:

– Bem, devem estar aqui a faltar as lições apreendidas!!

 

Quantas vezes já vimos ou ouvimos, ou passamos por esta história? Faz parte da economia global. Se já referi várias vezes que não é necessário I&D para termos inovação, cada vez a geração de conhecimento que surge do I&D é um fator catalisador para gerar INOVAÇÃO ou gerar inovação com sucesso!

 

Ideias, interfaces, projetos, os 3 radicais que são preponderantes para estruturarmos aquilo que pode ser a inovação da nossa organização. É preciso ideias, as mesmas têm de ser transformadas em projetos, e ideias e projetos têm de estar relacionados com as interfaces: clientes, parceiros, reguladoras, parceiros, entidades de I&D…..as que forem necessárias….

 

E sistematizarmos os 3 radicais? Bem, podemos fazê-lo de forma mais ou menos formal. A NP 4457:2007 certamente que dá uma ajuda, pelo menos uma orientação, pois também não é uma necessidade obrigatória.

 

A Inovação começa e termina no mercado e passa por diversas etapas, que se constituem diferentes interações: o “nosso” modelo de interações em cadeia. Sim! O nosso!

 

Temos de sistematizar o nosso círculo da inovação, para que ele exista, e não pare, esteja sempre em movimento. E assim aquilo que é a inovação circular é algo que é dinâmico, que está sempre a funcionar, que se torna assim sustentável! Sustentável para a nossa organização, porque estamos sempre a gerar inovações: de produto, processo, organizacional e marketing. E não esquecer que cada um dos projetos que gere ou não Inovação, gera sempre lições apreendidas e temos que as conhecer, temos que as utilizar; isto é claro se elas foram disseminados (aqui já vamos para o campo da comunicação…..ui…ui).

 

A economia global faz parte do paradigma de todas as organizações e é nela que encontramos a inovação. Se por um lado a economia global nos trouxe um conjunto enorme de desafios, por outro lado, trouxe-nos um conjunto enorme de ferramentas e oportunidades para inovar. Desta forma, a inovação circular, enquadrada naquilo que é o nosso modelo de interação em cadeia, transformou-se numa necessidade cada vez mais proeminente para continuarmos a existir!

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